Barbara Duarte's profileO frio da realidadePhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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O frio da realidadeÉ quando esquecemos de nós mesmos que fazemos as coisas que merecem ser recordadas February 27 Resposta silênciosa...O silêncio é única resposta que se pode dar a quem não entende as perguntas que pode fazer.
Barbara Duarte October 16 Pensamento divagantePensar que tive tudo...
e hoje nao tenho nada!
Que andei á deriva no céu,
nas estrelas...
que me perdi num infinito incessante
de confiança...
e cessou toda a esperança,
quando te perdi!
Pensar que a ausência de afecto
que a ausência de amor
me trucida, me magoa,
me tortura...
que ate perdi o chão
de tanta paixão que concebi...
De tanto afecto que outrora nutri
Por ti...
E se hoje me estilhaço,
me disperso
neste infinito de desilusão...
nesta tremenda confusão
de ter perdido
o teu amor!
Eu confesso,
prefiro um coração deserto...
que trucidado pelo amor.
Barbara Duarte August 12 Diz que não....Não é verdade…. Não pode ser!!! Como alguém que desconheço Me pode fazer sofrer! Limpo da face as marcas Do desgosto que me causaste… Das mentiras, das falsidades De todas as falsas verdades Que contigo vivi… Dos dias que caminhei sozinha, Na praia do coração Praia sem mar… Praia sem sol Praia sem paixão! Ainda guardo no olhar A lua, que sozinha contemplei… Lua amarga companheira Que tanta tristeza guardou, Que segredos meus ocultou, Que me viu chorar, Que me ouviu cantar… Por falsos amores Que aconchegou meus temores De jamais amar!
Barbara Duarte Observando....Observo atentamente… Aquele infinito de nuvens… Nuvens que se movem Que se entrelaçam em infinitos de cores… Infinitos que esboçam um mundo… Um universo de vida! E por essas cores. Por esses dissabores Eu me perco… E só assim me perdendo… Só assim. Me encontrando! Eu sinto um pouco de sangue Fluindo em minhas veias. Sei que parece triste a minha existência… Ou a minha não existência. Mas esta e a minha realidade. Nasci de um azar…. Cresci com azar… E um dia considerarei uma sorte Morrer… morrer sem dor! Já que vivi a sofrer. A sofrer por algo que nunca senti. E assim perdida nesta contradição. Eu pondero, e espero por algo…. Algo melhor… Algo maior… Algo que incuta um pouco de nexo Á minha triste existência.
Barbara Duarte Ainda hoje...
Ainda hoje sinto…. Como um aroma esquecido O perfume que ficou… Ao partires! Ao partires meu coração! Ainda hoje me magoa… O inolvidante som. Da tua inebriante voz. Voz que me persegue. Em sonhos de decepção. E se esquecer o passado, Se desprezar o amor… Se matar o coração. Vou abdicar de viver… De pensar… de sofrer, De falecer de paixão. Valerá a pena??? Amar e não ser amado… Existir condenado… A sofrer! A chorar. A morrer… para respirar! Se não te amar, Não subsisto!!! Mas se te amar, não resisto… Não resisto! A te magoar… A te fazer sofrer, A te desesperar … por amor! Não resisto. E insisto, ate perecer a afeição! Pois amei, e sofri… Verti mágoa e resisti! E se hoje sou assim… Tão imperceptível… Tão difícil e explosiva Não te culpabilizo. Pois se sofri… e se morri! Era porque foi preciso! Foi preciso existir… Sem afecto, sem paixão. Foi preciso sofrer Para descobrir… Que afinal sobrevivo… Sem coração.
Barbara Duarte June 21 Lamento...
Lamento profundamente Tudo aquilo que te fiz. Lamento não te amar! Lamento não sofrer. Lamento não ser feliz. E se hoje compreendo A razão de não amar. Entendo que não fui Para ti, esse amor infalível… Verás é compreensível. Eu não consigo amar! Não gosto de amar!!! Só de sofrer! Só a sofrer, consigo viver. Lamento ser sincera Mas não consigo fingir. Não consigo ser feliz. Eu tento, e retento! Mas não consigo! Eu tentei, e fracassei… Amei, e não amei… Nem me imagino contigo… Dá-me um minuto, Para te dizer… Que nem amando Consigo viver! Por isso lamento O facto de ser incapaz… De amar! Lamento viver … A penar! Lamento existir A te atormentar… E se isto servir… Para momentaneamente Te consolar… Eu repito novamente, Só não lamento Chorar!!!
Barbara Duarte Porque???Chorei por ti…. Chorei de dor. Penei, sofri, E morri… Por amor. E agora revivendo… Todos os bons momentos Que graciosamente me ofereceste. Que sorriste, que amaste… Que me enganaste! Porque???
Hoje liberto-me. De todo o dolor… E busco no passado A razão de tanta falta de amor! Dizes que sou tola… Que sou uma maça envenenada, Que sou criança, imatura! Mas não me conheces… E só sabes que do amor… Não exijo nada! E se hoje sacrifico Todo o meu ser Eu grito e lamento Pois nunca raiou um dia…. Sem sofrer… Sem sofrer, por amar. Sem chorar, por perder. Sem respirar … Por querer desfalecer. E se hoje sou infeliz… Na minha escassa felicidade. Considero-me repleta de vida. Pois prefiro a tristeza Da fria realidade. Do que divagar Perdida em sonhos Da tua falsa verdade.
Barbara Duarte May 06 Inacreditável....A pedido de um amigo meu, que me deu a conhecer este post que eu desconhecia por completo... e que considero um abuso politico , que devia ser punido.
dai a minha indignação... e facto esse que me leva a publicar o post do Fernando Marques no meu space.
Estou contigo a 100%... demitam-nos f....
Obviamente demitia-os!
Volto a insistir. Não podemos ficar quietos, calados e deixar esquecer, o que se passou na sessão da Assembleia da República na sessão antes da Páscoa. Como foi tornado público e não foi desmentido, houve uma fraude, de vinte e oito deputados, que assinaram o registo de presenças e não compareceram, em nenhum momento da sessão. Isto significa que no dia anterior, assinaram a presença do dia seguinte. Estamos perante uma ilegalidade; a assinatura antecipada do livro de registo de presenças. Mas, tudo indica que ao registarem uma presença antecipada, não o fizeram inocentemente, mas sim, com a intenção de ludibriar e manter os benefícios, de uma ausência prevista. A ser verdade e não diviso outra explicação quanto a outro motivo, os deputados em causa, pretenderam enganar o Estado e receber todos os benefícios constituídos, através da mentira e da fraude, de uma presença/ausência. À luz dos princípios da honestidade, da rectidão e confiança, que são devidos aos cidadãos e eleitores, não podemos aceitar esta tentativa de apropriação fraudulenta de benefícios que lhes é garantida, no exercício pleno das suas funções. Este acto não pode desculpabilizar a debandada de outros deputados, mas não pode esconder a gravidade desta atitude, só pode merecer o mais profundo repúdio e nojo. Em nome dos altos valores da democracia os deputados em causa, deveriam ser demitidos dos seus partidos e se tivessem vergonha, deveriam solicitar a recusa do lugar de deputado. Deixo aqui um apelo a toda a blogosfera: não deixem cair esta aldrabice, denunciem-na, façam-na circular, estabeleçam uma corrente de denúncia por todo o sítio. Exigimos acções e saber a lista dos nomes dos deputados que assinaram a presença e não puseram lá os pés. "Entre os que faltaram à votação (79) - assinaram o livro de presença, mas não estiveram no hemiciclo até ao final da sessão - ou os que nem passaram pelo Parlamento (28) e aqueles que estiveram em Missão ao Estrangeiro (13), os serviços da Assembleia registaram a ausência de 120 parlamentares, menos dos que os 116 necessários para que possa existir deliberação. "(PD) Post retirado de: a hora que há-de vir April 27 Se tu... Se eu... Se nós....
Se tu…. Divagares silenciosamente… Nas memorias que deixaste Quando me abandonaste… E recordares intensamente Os beijos que te atribui… Todos os sorrisos … Que só por ti sorri. Todos aqueles momentos Inesquecíveis …. Que caminhaste a meu lado. E que tocaste na minha mão, Com tamanha gentileza, Que só aquele ténue toque… Que roçou em minha mão. Só aquela brisa, De um adulterado amor…. Embriagou o meu coração! Se tu… Pensares em mim…. Com amor! E com dor… Dor de teres perdido, O meu afecto. A minha fulgorosa paixão… E se me restituíres novamente… O teu coração… desnudado De mentiras, de falsidades De todas as insidiosas verdades Que me fizeste sentir… E se verteres lágrimas… Por um amor que existiu… Que abrasou e lacerou… Amor que se esmoreceu. E se eu…. Cessar de lamentar… A tristeza, a incerteza… A beleza daquilo que nutri… Por ti! Se esquecer… se perdoar Se permitir ao meu coração… Continuar… Continuar a bater. Continuar a viver… Recordo o teu doce toque… Os teus azedos beijos… Amargos de amor… Amor não correspondido! O teu tépido abraço… Que conduz á tentação. Instigação de amar… Desejo de chorar… Vontade de morrer… Morrer de amor… Amor por ti. Por isso te peço: E se nós… Omitirmos o passado… Que de tanto sofrimento… Se apagou. Se nós… Erigirmos uma ponte… Sobre o pranto do meu coração… E do teu… Do teu que lamentou Em silencio... Ter-me perdido… E se eu indultar… Olvidar a dor… Esquecer o amor… Esquecer o penar??? Voltarei a ver-te sorrir… Voltarei a sentir a amizade… Único sentimento… Que de verdade Existiu… Existiu em nossos corações. Iludidos de amor…. Saturados de ilusões… Seremos amigos… Amigos de verdade… Sem dor, sem amor… Mas com sinceridade.
Barbara Duarte March 21 Revivescendo...Revivescendo Tento recordar…. Desesperadamente!!! Todos os momentos Que amei! Todas as noites Em que chorei. Todas as noites Que te acolhi… Que sorri, e que morri! Noites que me perdi… Só para te encontrar. Hoje sei que sou… Menos que um pedinte… Esmolando afeição! Peço esmolas de amor… Esmolas de aceitação. Mas tudo me negas…! Tudo me desilude! Até a paixão… Pois como posso amar? Como posso chorar? Se mataste meu coração? Parece mentira! Eu sei…. Mas não deve ser…. Pois o dia em que amei… Foi o dia… Que cessei de viver! E se hoje ressuscito… Com um novo coração… Sei que vou chorar… Sei que vou sofrer… Mas vou arriscar… Pois se para viver, Tenho de falecer! Eu persisto, e insisto… Vou até ao fundo… Sei que morri para ti! Para poder nascer … Para o mundo! Barbara Duarte Um grande amigo meu convidou-me para participar no seu blog e eu aceitei.... É para mim um prazer participar com as minhas humildes poesias no blog de alguem tao louvável... Visitem: http://www.zeminhoto.blogspot.com E para ti Zé um grande beijão. March 17 FinalmenteElogio à Mulher Portuguesa
A mulher portuguesa vive ainda amordaçada pela sua condição de mulher. Debaixo de um luto eterno ecoam sons melancólicos e fatídicos do fado da sua vida. A nossa sociedade é injusta, e até cruel, para com as nossas mães, mulheres e amantes. Marcada ainda pelos castradores dogmas católicos, este ser maravilhoso parece condenado a penitenciar por um pecado original de uma Eva que nunca pecou, enquanto Adão sempre soube permanecer impune. A mulher pode ter muitos defeitos, mas no que respeita a “pecados” fica bem atrás do homem. Apesar de todos os progressos, a mulher portuguesa continua forçada a viver uma sensualidade escondida na vergonha do medo e da ignorância de uma sociedade hipócrita e minada de esterótipos anacrónicos. A mulher portuguesa parece ter medo, quase vergonha, do seu corpo. Trata-o mais como um empecilho do que uma obra de arte da natureza esculpiu. Já alguma vez se interrogaram porque razão as mulheres portuguesas, sobretudo depois de casarem, se vestem tão desajeitadamente, tão cinzentas e sem graça, como se fossem avós? Será o eterno fantasma chamado “medo”, seja medo dos outros ou medo delas próprias. A mulher portuguesa não é feliz porque não a deixam ser livre. Vive acorrentada a preconceitos teimosamente reincidentes, mesmo na camada mais jovem da população. Se seduz é uma desavergonhada, se ousa é uma descarada, se está livre é um perigo, se triunfa na vida é porque dormiu com alguém importante, se é bonita é tratada como uma peça de museu, assediada com piropos de rapazes imberbes e propostas indecentes de labregos que abundam nas nossas praças. A mulher portuguesa tem um sorriso bonito e meigo, mas reprimi-o com o medo que este seja interpretado como um sinal de uma coisa que nem lhe passou pela cabeça. É obrigada a carregar um pesado fardo de deveres e obrigações que lhe atormentam a vida. Enquanto jovem, é a família que lhe limita a diversão. “O namoro deve ser uma coisa séria”, de preferência já a pensar no casamento. E será o casamento a chave da independência há tanto ambicionada? Pura ilusão. Rapidamente a mulher se apercebe que a liberdade não passa de uma vã miragem. Do jugo da família passa para o jugo do marido e, mais tarde, dos filhos, dos pais, dos sogros e o que mais houver. Do estatuto inebriante de amante ela passa rapidamente àquele que parece ser o seu estado natural, “mãe” e “dona-de-casa”, mesmo apesar de trabalhar fora de casa como o homem. Neste estado ela vê-se remetida para uma existência asexuada, longe de ser uma verdadeira mulher. Uma mulher “dona-de-casa” não tem tempo para o romance pois o seu quotidiano é preenchido com a azafama da casa, das compras e dos filhos. A este estado de “mãe dona-de-casa”, na física designa-se por atractor estável: uma vez que o sistema entre nesta zona fica aí aprisionado para sempre. A mulher portuguesa não tem espaço para ser mulher. Que tempo resta para pensar em si, para sentir e partilhar o amor que possui no seu coração? Por vezes não passa de um corpo cansado dos deveres domésticos e que transporta uma mente ocupada de problemas e tarefas rotineiras, sem imaginação e sem espírito, mas com muita dedicação e muito amor. A mulher portuguesa pode não ser tão bonita e vistosa como a francesa ou a italiana, mas é das mulher mais ternas, apaixonadas e dedicadas que conheço. De outra forma como podia ela suportar uma existência tão madrasta? Na sua ingenuidade e carinho ela guarda uma grande sabedoria que não aparece em nenhum livro ou registo, mas que se sente no calor da sua presença. De uma forma discreta ela mostra o seu amor por tudo o que lhe é querido, enquanto fica à espera. À espera que um dia lhe deixem ser aquilo que sempre sonhou: mulher.
Armando Vieira
Faço das palavras dele as minhas.... e hoje finalmente saiu o meu divorcio.... este post e para celebrar a minha alforria....
um beijo a todos... Barbara Duarte
February 26 Uma desculpa meio esfarrapada....Ola a todos...
Eu sei que não existe perdão para não responder ás vossas mensagens.... mas sendo o mais sincera que me é possivel, eu não tenho tido tempo para vir á net! tenho estado a trabalhar o tempo quase todo!< E quando não estou a trabalhar estou a descansar para o próximo dia!
Realmente a vida é irónica ... mudei de emprego para dispender mais tempo para mim e para a minha filha! E saiu-me o tiro pela culatra... nem tempo para estar com a minha pipoca tenho!!! Alias vendo as coisas do prisma mais correcto nem para mim tenho tempo. Nem sempre na vida as nossas decisões são as as melhores, mas nem por isso desanimo.
Espera que consigam depreender algo desta minha desculpa meio esfarrapada!
Gostaria de postar um poema brevemente... mas logo se vê se terei disponibilidade para isso.
Aguardo o vosso perdão! Assim que me fôr possivel retribuirei a vossa amizade.
Um beijão muito grande...
Barbara Duarte February 06 Amada solidãoUma vez acreditei…. Acreditei em ti! Sorri e amei!!! E mais uma vez sofri! Estou triste… Deprimida! Farta do amor… Saturada da vida Desgasta pela dor. Preenche-me um vazio… De tal imensidão Que sei que não consigo Viver na solidão… E talvez por ser tão triste… Por estar tão magoada. Não penso noutro caminho… Nem percorro outra estrada Só penso em fugir… Em desaparecer… Só consigo sorrir… Quando penso em morrer! Se não consigo existir… Contigo em meu coração… Eu te peço… Eu te imploro… Leva tudo que possuo… Leva o meu sorriso. Leva os sonhos… As ilusões… - Tudo isso não preciso! Mas não leves na desgarrada. A minha maior paixão… Não me negues em vida… A minha amada solidão.
Barbara Duarte February 02 A uma pessoa muito especial... muito mesmo!!!Sei que hoje não é um dia especial para muita gente.... mas para mim hoje é um dia de muita alegria... um dia de festa... um dia de amor!
Hoje é o dia de aniversário da minha mana mais nova... a minha mana do coraçao, da alma... enfim a minha mana que eu tanto amo!
Becas este recado é para ti...
se por ventura na estrada do destino te encontrares sem rumo... procura-me que eu te ajudarei a encontra-lo.
Quando na tua face escorrer uma lágrima... vem ter comigo que eu te ensinarei a fazer de uma mera gota de água um belo sorriso!
Seja qual for a tua situação... estejas tu perto ou longe de mim... estejamos bem ou mal uma com a outra podes sempre contar comigo!
OUVISTE????
PODES SEMPRE CONTAR COMIGO!
Porque eu AMO_TE e estarei sempre a teu lado quando precisares! Ou mesmo quando não precisares.
FELIZ ANIVERSARIO MANITA FOFUCHA!!!!
AMO-TE MUITO... MILHÕES DE BEIJOS.
Visitem e disfrutem do space da minha alma gémea....
January 30 Ao amor NÃO!!
Ás vezes quando estou triste E sinto vontade de chorar Me aparto … me isolo E busco meu consolo Nas brisas frescas do ar. E a cada brisa que passa Em cada inspiração Um pouco da mágoa se dissipa Um pouco da dor minimiza Padece menos o coração. Mas cada lágrima que verto Reviva em minha memória Um novo ensinamento Uma outra historia. Historia em que não sofri! Historia em que não chorei Historia que não vivi… Meramente fantasiei. E agora pensando bem… Que me trouxe de bem o amor?!!! NADA…. NADA… Só me trouxe dor! Por isso hoje proclamo De alma e de coração! Posso gostar de alguém… Posso morrer de paixão… Mas entregar-me ao amor…. Sinceramente…. Isso é que NÃO!
Barbara Duarte January 25 Para todos...As minhas mais sinceras desculpas a todos os visitantes do meu space... pela minha ausência tão prolongada.
tenho estado mesmo muito ocupada..
e não só tenho tido problemas de inspiração... mas isto passa.
Assim que me for possivel retribuirei os comentarios.
O meu mais profundo obrigado pela vossa amizade.
Espero ser breve.
Até lá...
E não se preocupem que estou viva (isto e para ti Fernando!!) e hei-de estar muitos anos.
Um beijo a todos
Barbara Duarte January 15 Divagando...
Divago no escuro da noite Me sentindo perdida Diligencio um olhar, um afecto Uma outra forma de vida. Penso nos dias, e nas noites Em que sozinha dormi Noites em que chorei Noites em que não amei… Noites em que não vivi! Penso em tudo que me rodeia … Relembro tudo o que senti. Sofro por não te amar! Sofro por mim, e por ti. E por saber que sem ti respiro Por saber que não te amo! Tento desvendar o que sinto Retirando o teu engano… Se um dia te amei E um dia me entreguei Á este amor enganoso Sei hoje que foi ilusão. E que cada decepção Que diariamente me oferecias Furtava um pouco do amor Que por ti nutria. E sei que a cada lágrima Que derramou meu coração Um pouco de mim morria Dai que agora penso… E até posso afirmar… Pois sei que no fundo O meu coração. Jamais voltará a amar… E depois de toda a tristeza Que minha alma inundou Sinto-me perdida Abandonada pela vida… E imensamente triste. Não por ti, nem por mim! Mas porque aquilo que sou Sem amor não existe.
Barbara Duarte January 09 Lentamente derramada...Lentamente derramada… Esquecida, magoada Escorreu mortificada A lágrima vagarosa. Cada gota que escorria Pela face desbotada Uma memória conduzia Pela mente já martirizada.
Pelos caminhos orvalhados Que a lágrima sulcava Um outro sonho irrompia Um sonho oriundo do nada! Sonho que traria amor Ou talvez mesmo paixão Sonho que viria. Amornar o coração!
Sonho que esmorecia Na lágrima subsequente Sonho que me poluía Incessantemente…
Lágrima solitária Constantemente acompanhada Derramada livremente… Mas vertendo aprisionada. Lágrimas selvagens… Gritos do meu coração!!! Que lutam desenfreadamente Para expatriar a solidão.
Barbara Duarte Queria exprimir em palavras....Queria exprimir em palavras… Aquilo que estou a sentir! Projectar para fora as mágoas E novamente sorrir! Quero esquecer que existo! Ou que um dia existi. Quero morrer para a vida! Já que nunca a vivi! Não quero ser feliz! Nem sair da solidão! Eu amo a tristeza Que habita meu coração. Quero ficar sozinha!!! Quero me isolar…. Encostar-me a um canto E simplesmente chorar!!! Vivo no esquecimento De um olhar! Esqueço-me de comer! Esqueço-me de respirar! É tão grande a tristeza Que invade meu coração Que não quero… nem consigo Viver sem a solidão!
Barbara Duarte
Alma que partiuAlma que partiu Tão docemente ceifada A quem a morte sorriu Sem pensar em mais nada. Homem cuja bondade O fez ressurgir Nos pensamentos mais puros Que de alguma alma emergir. Os seus olhos carinhosos Em amor nos envolvia O seu modo de estar na vida Um exemplo nos daria Os seus pensamentos castos A todos influenciavam O seu sorriso imaculado Que tantos apreciavam. Tudo isto permanecerá Mesmo após ter sido ceifado Na mente de todos aqueles Por quem mais era amado.
Barbara Duarte January 06 Na minha aldeia...
Naveguei por ondas verdes No prado da minha terra Prado por suor lavrado Que tanta miséria encerra. Avistei, vistas frondosas Nos vales da minha aldeia Vale agora assombrado Por memorias do passado Que o tempo enterra. Outrora existiam campos… Onde os terrenos sulcados Desabrochavam em flor… Hoje terrenos baldios…. Abandonados ao vazio Da vivência sem amor. Antes antigas casinhas Se erguiam pelas ruelas Da minha singela aldeia Hoje so restam pedras Desmoronando a paisagem Que a minha memoria encandeia. Por saber que em minha terra Jamais volverá o esplendor Sento-me a um canto… E revivo o encanto De uma terra em desamor. E como se soubesse o que sinto… Desabrocha em mim faminto Um vislumbre do passado Que me devolve a esperança De volver a ser a criança E a recordar os tempos Em que via o nascer do dia Em cima de uma pedra fria Nos prados da minha aldeia.
Barbara Duarte January 02 Retalhos de uma memória...Clique na imagem...
Hoje não postarei uma poesia , nem um pensamento... Hoje decidi prestar homenagem a uma memória... a um retalho de uma vida...aliás a varios retalhos! No meu ponto de vista não existe nada de mais nobre do que reviver o nosso passado, e melhor que revivê-lo é partilha-lo com os nossos amigos. Não existe nada de mais inspirador do que a memoria de um facto que nós vivemos... e nada de mais cativante do que uma crónica baseada em factos reais, daí que tive a ousadia de prestar um tributo a este pequeno GRANDE escritor que revive seus retalhos,suas pequenas memórias no seu blog, e nos proporciona o prazer de disfruta-las consigo...
Recomendo vivamente : RETALHOS January 01 A ti não...
Fecho os olhos para a vida E pondero na minha amargura Ouço tuas palavras, Teus sentimentos Em todas as pedras da rua! Levanto-me desta cadeira Que tanto conforto me consagrou… Que me abraçou e acariciou E em seu regaço onde chorei Tantos minutos passei Imaginando ser o teu. Pego em mais um cigarro Divago em cada inspiração Revejo cada olhar, Cada carta Cada carência de afeição. E hoje compreendo… Fui forçada a entender… Que só amando a mim mesma, É que consigo viver. Amo as gotas da chuva Que banham meu coração… Amo a minha filha, Os meus pais, Amo os meus irmãos! Amo tudo, amo todos Que habitam em meu coração! Só a ti que me apunhalaste. A ti é que NÃO. Não guardo rancor… Nem te concedo perdão! Mas não quero, nem consigo Absolver essa questão! Agora que sei o que sinto. Que escutei meu coração Posso declarar veemente - Tenho amor para toda a gente ! Só para ti é que NÃO!
Barbara Duarte Quadras Soltas
Vivo no silêncio esquecida Atrás de um amor que perdi E se não te achar fico perdida Porque te amo mais que própria vida E sem ti não vivo, nem vivi. --- Embora esteja a sorrir Não te deixes enganar… Muita gente finge rir Quando só pensa em chorar. --- Que mal fiz ao mundo Para tanto sofrer! Que mal fiz eu a Deus Para não me ser permitido morrer. --- Sei que não gostas de mim! Mas que hei-de fazer… Desde o dia em que te vi, Que não paro de sofrer. --- Amo, e sofro imenso Sofro, e persisto em amar Amo-te sempre, em meu pensamento E sofro sempre, por te amar. --- Como pode nosso amor Esmorecer tão brevemente Como pode tal amor Existir em nossa mente. --- Vivo enganada No meu próprio engano Penso em ser amada Quando nem eu própria amo. --- Não há maior tristeza Nem pior dor de coração Ao saber que quem amamos Trata-nos abaixo de cão. --- Sou tola por te amar Mas por tolice enganada Antes passar por tola Do que por apaixonada. --- Vivo meus dias longos Contigo em meu pensamento Agora passo uma eternidade A odiar todos esses momentos. --- Canso-me, e não estou cansada Choro, lágrimas em vão Amo, e não sou amada Sofro, sem dor no coração. --- Dei meu coração, e não vi nada Dei minha alma, e fui sepultada Chorei por amor, a verti mágoa De ver que amava, não sendo amada. --- Sinto em mim palavras Que anseiam por sair. Mas como as hei-de dizer! Como as hei-de suprimir?! --- Passo os dias a pensar Nas coisas que fiz É a elas que atribuo A culpa de ser infeliz. --- Uma rosa de roseira Com tantos espinhos que tem Não sofre, mas faz sofrer Não a todos, mas a alguém. --- Perco-me, em teus olhos luzidios Perco-me, e não me anseio encontrar Perco-me, e gosto de me perder Perco-me porque adoro te amar. --- Pequei por amar-te Confessei-me ao te perder Sofri por deixar-te E morri… para viver. --- Para muitos não há nada Melhor do que a paixão Para mim é simplesmente Mais um prego para o caixão.
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