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O frio da realidade

É quando esquecemos de nós mesmos que fazemos as coisas que merecem ser recordadas
October 12

Pisa

 

Pisa cidade de sonho.... 

Pisa

February 27

Resposta silênciosa...

 
O silêncio é única resposta que se pode dar a quem não entende as perguntas que pode fazer.
 
 
Barbara Duarte
October 16

Pensamento divagante

Pensar  que tive tudo...
e hoje nao tenho nada!
Que andei á deriva no céu,
nas estrelas...
que me perdi num infinito incessante
de confiança...
e cessou toda a esperança,
quando te perdi!
Pensar que a ausência de afecto
que a ausência de amor
me trucida, me magoa,
me tortura...
que ate perdi o chão
de tanta paixão que concebi...
De  tanto afecto que outrora nutri
Por ti...
E se hoje me estilhaço,
 me disperso
 neste infinito de desilusão...
nesta tremenda confusão
 de ter perdido
o teu amor!
Eu confesso,
prefiro um coração deserto...
que trucidado pelo amor.
 
 
Barbara Duarte
August 12

Diz que não....

Não é verdade….

Não pode ser!!!

Como alguém que desconheço

Me pode fazer sofrer!

Limpo da face as marcas

Do desgosto que me causaste…

Das mentiras, das falsidades

De todas as falsas verdades

Que contigo vivi…

Dos dias que caminhei sozinha,

Na praia do coração

Praia sem mar…

Praia sem sol

Praia sem paixão!

Ainda guardo no olhar

A lua, que sozinha contemplei…

Lua amarga companheira

Que tanta tristeza guardou,

Que segredos meus ocultou,

Que me viu chorar,

Que me ouviu cantar…

Por falsos amores

Que aconchegou meus temores

De jamais amar!

 

 

                   Barbara Duarte

Observando....

Observo atentamente…

Aquele infinito de nuvens…

Nuvens que se movem

Que se entrelaçam em infinitos de cores…

Infinitos que esboçam um mundo…

Um universo de vida!

E por essas cores.

Por esses dissabores

Eu me perco…

E só assim me perdendo…

Só assim. Me encontrando!

Eu sinto um pouco de sangue

Fluindo em minhas veias.

Sei que parece triste a minha existência…

Ou a minha não existência.

Mas esta e a minha realidade.

Nasci de um azar….

Cresci com azar…

E um dia considerarei uma sorte

Morrer… morrer sem dor!

Já que vivi a sofrer.

A sofrer por algo que nunca senti.

E assim perdida nesta contradição.

Eu pondero, e espero por algo….

Algo melhor…

Algo maior…

Algo que incuta um pouco de nexo

Á minha triste existência.

 

 

                      Barbara Duarte

Ainda hoje...

 

 

 

Ainda hoje sinto….

Como um aroma esquecido

O perfume que ficou…

Ao partires!

Ao partires meu coração!

Ainda hoje me magoa…

O inolvidante som.

Da tua inebriante voz.

Voz que me persegue.

Em sonhos de decepção.

E se esquecer o passado,

Se desprezar o amor…

Se matar o coração.

Vou abdicar de viver…

De pensar… de sofrer,

De falecer de paixão.

Valerá a pena???

Amar e não ser amado…

Existir condenado…

A sofrer! A chorar.

A morrer… para respirar!

Se não te amar,

Não subsisto!!!

Mas se te amar, não resisto…

Não resisto! A te magoar…

A te fazer sofrer,

A te desesperar … por amor!

Não resisto.

E insisto, ate perecer a afeição!

Pois amei, e sofri…

Verti mágoa e resisti!

E se hoje sou assim…

Tão imperceptível…

Tão difícil e explosiva

Não te culpabilizo.

Pois se sofri… e se morri!

Era porque foi preciso!

Foi preciso existir…

Sem afecto, sem paixão.

Foi preciso sofrer

Para descobrir…

Que afinal sobrevivo…

Sem coração.

              

                     Barbara Duarte

June 21

Lamento...

 

 

Lamento profundamente

Tudo aquilo que te fiz.

Lamento não te amar!

Lamento não sofrer.

Lamento não ser feliz.

E se hoje compreendo

A razão de não amar.

Entendo que não fui

Para ti, esse amor infalível…

Verás é compreensível.

Eu não consigo amar!

Não gosto de amar!!!

Só de sofrer!

Só a sofrer, consigo viver.

Lamento ser sincera

Mas não consigo fingir.

Não consigo ser feliz.

Eu tento, e retento!

Mas não consigo!

Eu tentei, e fracassei…

Amei, e não amei…

Nem me imagino contigo…

Dá-me um minuto,

Para te dizer…

Que nem amando

Consigo viver!

Por isso lamento       

O facto de ser incapaz…

De amar!

Lamento viver …

A penar!

Lamento existir

A te atormentar…

E se isto servir…

Para momentaneamente

Te consolar…

Eu repito novamente,

Só não lamento

Chorar!!!

     

                Barbara Duarte

Porque???

 

Chorei por ti….

Chorei de dor.

Penei, sofri,

E morri…

Por amor.

E agora revivendo…

Todos os bons momentos

Que graciosamente me ofereceste.

Que sorriste, que amaste…

Que me enganaste!

Porque???

 

Hoje liberto-me.

De todo o dolor…

E busco no passado

A razão de tanta falta de amor!

Dizes que sou tola…

Que sou uma maça envenenada,

Que sou criança, imatura!

Mas não me conheces…

E só sabes que do amor…

Não exijo nada!

E se hoje sacrifico

Todo o meu ser

Eu grito e lamento

Pois nunca raiou um dia….

Sem sofrer…

Sem sofrer, por amar.

Sem chorar, por perder.

Sem respirar …

Por querer desfalecer.

E se hoje sou infeliz…

Na minha escassa felicidade.

Considero-me repleta de vida.

Pois prefiro a tristeza

Da fria realidade.

Do que divagar

Perdida em sonhos

Da tua falsa verdade.

                   

                       Barbara Duarte

May 06

Inacreditável....

A pedido de um amigo meu, que me deu a conhecer este post que eu desconhecia por completo... e que considero um abuso politico , que devia ser punido.
dai a minha indignação... e facto esse que me leva a publicar o post do Fernando Marques no meu space.
Estou contigo a 100%... demitam-nos f....
 
 
Obviamente demitia-os!

Volto a insistir.

Não podemos ficar quietos, calados e deixar esquecer, o que se passou na sessão da Assembleia da República na sessão antes da Páscoa.

Como foi tornado público e não foi desmentido, houve uma fraude, de vinte e oito deputados, que assinaram o registo de presenças e não compareceram, em nenhum momento da sessão.

Isto significa que no dia anterior, assinaram a presença do dia seguinte. Estamos perante uma ilegalidade; a assinatura antecipada do livro de registo de presenças.

Mas, tudo indica que ao registarem uma presença antecipada, não o fizeram inocentemente, mas sim, com a intenção de ludibriar e manter os benefícios, de uma ausência prevista.

A ser verdade e não diviso outra explicação quanto a outro motivo, os deputados em causa, pretenderam enganar o Estado e receber todos os benefícios constituídos, através da mentira e da fraude, de uma presença/ausência.

À luz dos princípios da honestidade, da rectidão e confiança, que são devidos aos cidadãos e eleitores, não podemos aceitar esta tentativa de apropriação fraudulenta de benefícios que lhes é garantida, no exercício pleno das suas funções.

Este acto não pode desculpabilizar a debandada de outros deputados, mas não pode esconder a gravidade desta atitude, só pode merecer o mais profundo repúdio e nojo.

Em nome dos altos valores da democracia os deputados em causa, deveriam ser demitidos dos seus partidos e se tivessem vergonha, deveriam solicitar a recusa do lugar de deputado.

Deixo aqui um apelo a toda a blogosfera: não deixem cair esta aldrabice, denunciem-na, façam-na circular, estabeleçam uma corrente de denúncia por todo o sítio. Exigimos acções e saber a lista dos nomes dos deputados que assinaram a presença e não puseram lá os pés.

"Entre os que faltaram à votação (79) - assinaram o livro de presença, mas não estiveram no hemiciclo até ao final da sessão - ou os que nem passaram pelo Parlamento (28) e aqueles que estiveram em Missão ao Estrangeiro (13), os serviços da Assembleia registaram a ausência de 120 parlamentares, menos dos que os 116 necessários para que possa existir deliberação. "(PD)
 
 
 
Post retirado de: a hora que há-de vir
April 27

Se tu... Se eu... Se nós....

 

Se tu….

Divagares silenciosamente…

Nas memorias que deixaste

Quando me abandonaste…

E recordares intensamente

Os beijos que te atribui…

Todos os sorrisos …

Que só por ti sorri.

Todos aqueles momentos

Inesquecíveis ….

Que caminhaste a meu lado.

E que tocaste na minha mão,

Com tamanha gentileza,

Que só aquele ténue toque…

Que roçou em minha mão.

Só aquela brisa,

De um adulterado amor….

Embriagou o meu coração!

Se tu…

Pensares em mim….

Com amor!

E com dor…

Dor de teres perdido,

O meu afecto.

A minha fulgorosa paixão…

E se me restituíres novamente…

O teu coração… desnudado

De mentiras, de falsidades

De todas as insidiosas verdades

Que me fizeste sentir…

E se verteres lágrimas…

Por um amor que existiu…

Que abrasou e lacerou…

Amor que se esmoreceu.

E se eu….

Cessar de lamentar…

A tristeza, a incerteza…

A beleza daquilo que nutri…

Por ti!

Se esquecer… se perdoar

Se permitir ao meu coração…

Continuar…

Continuar a bater.

Continuar a viver…

Recordo o teu doce toque…

Os teus azedos beijos…

Amargos de amor…

Amor não correspondido!

O teu tépido abraço…

Que conduz á tentação.

Instigação de amar…

Desejo de chorar…

Vontade de morrer…

Morrer de amor…

Amor por ti.

Por isso te peço:

E se nós…

Omitirmos o passado…

Que de tanto sofrimento…

Se apagou.

Se nós…

Erigirmos uma ponte…

Sobre o pranto do meu coração…

E do teu…

Do teu que lamentou

Em silencio...

Ter-me perdido…

E se eu indultar…

Olvidar a dor…

Esquecer o amor…

Esquecer o penar???

Voltarei a ver-te sorrir…

Voltarei a sentir a amizade…

Único sentimento…

Que de verdade

Existiu…

Existiu em nossos corações.

Iludidos de amor….

Saturados de ilusões…

Seremos amigos…

Amigos de verdade…

Sem dor, sem amor…

Mas com sinceridade.

 

 

Barbara Duarte

March 21

Revivescendo...

Revivescendo


Tento recordar….
Desesperadamente!!!
Todos os momentos
Que amei!
Todas as noites
Em que chorei.
Todas as noites
Que te acolhi…
Que sorri, e que morri!
Noites que me perdi…
Só para te encontrar.
Hoje sei que sou…
Menos que um pedinte…
Esmolando afeição!
Peço esmolas de amor…
Esmolas de aceitação.
Mas tudo me negas…!
Tudo me desilude!
Até a paixão…
Pois como posso amar?
Como posso chorar?
Se mataste meu coração?
Parece mentira!
Eu sei….
Mas não deve ser….
Pois o dia em que amei…
Foi o dia…
Que cessei de viver!
E se hoje ressuscito…
Com um novo coração…
Sei que vou chorar…
Sei que vou sofrer…
Mas vou arriscar…
Pois se para viver,
Tenho de falecer!
Eu persisto, e insisto…
Vou até ao fundo…
Sei que morri para ti!
Para poder nascer …
Para o mundo!

Barbara Duarte


Um grande amigo meu convidou-me para participar no seu blog e eu aceitei.... É para mim um prazer participar com as minhas humildes poesias no blog de alguem tao louvável...

Visitem: http://www.zeminhoto.blogspot.com


E para ti Zé um grande beijão.
March 17

Finalmente

Elogio à Mulher Portuguesa

 

A mulher portuguesa vive ainda amordaçada pela sua condição de mulher. Debaixo de um luto eterno ecoam sons melancólicos e fatídicos do fado da sua vida. A nossa sociedade é injusta, e até cruel, para com as nossas mães, mulheres e amantes. Marcada ainda pelos castradores dogmas católicos, este ser maravilhoso parece condenado a penitenciar por um pecado original de uma Eva que nunca pecou, enquanto Adão sempre soube permanecer impune. A mulher pode ter muitos defeitos, mas no que respeita a “pecados” fica bem atrás do homem.

Apesar de todos os progressos, a mulher portuguesa continua forçada a viver uma sensualidade escondida na vergonha do medo e da ignorância de uma sociedade hipócrita e minada de esterótipos anacrónicos. A mulher portuguesa parece ter medo, quase vergonha, do seu corpo. Trata-o mais como um empecilho do que uma obra de arte da natureza esculpiu. Já alguma vez se interrogaram porque razão as mulheres portuguesas, sobretudo depois de casarem, se vestem tão desajeitadamente, tão cinzentas e sem graça, como se fossem avós? Será o eterno fantasma chamado “medo”, seja medo dos outros ou medo delas próprias.

A mulher portuguesa não é feliz porque não a deixam ser livre. Vive acorrentada a preconceitos teimosamente reincidentes, mesmo na camada mais jovem da população. Se seduz é uma desavergonhada, se ousa é uma descarada, se está livre é um perigo, se triunfa na vida é porque dormiu com alguém importante, se é bonita é tratada como uma peça de museu, assediada com piropos de rapazes imberbes e propostas indecentes de labregos que abundam nas nossas praças.

A mulher portuguesa tem um sorriso bonito e meigo, mas reprimi-o com o medo que este seja interpretado como um sinal de uma coisa que nem lhe passou pela cabeça. É obrigada a carregar um pesado fardo de deveres e obrigações que lhe atormentam a vida. Enquanto jovem, é a família que lhe limita a diversão. “O namoro deve ser uma coisa séria”, de preferência já a pensar no casamento. E será o casamento a chave da independência há tanto ambicionada?

Pura ilusão. Rapidamente a mulher se apercebe que a liberdade não passa de uma vã miragem. Do jugo da família passa para o jugo do marido e, mais tarde, dos filhos, dos pais, dos sogros e o que mais houver. Do estatuto inebriante de amante ela passa rapidamente àquele que parece ser o seu estado natural, “mãe” e “dona-de-casa”, mesmo apesar de trabalhar fora de casa como o homem. Neste estado ela vê-se remetida para uma existência asexuada, longe de ser uma verdadeira mulher. Uma mulher “dona-de-casa” não tem tempo para o romance pois o seu quotidiano é preenchido com a azafama da casa, das compras e dos filhos. A este estado de “mãe dona-de-casa”, na física  designa-se por atractor estável: uma vez que o sistema entre nesta zona fica aí aprisionado para sempre.

A mulher portuguesa não tem espaço para ser mulher. Que tempo resta para pensar em si, para sentir e partilhar o amor que possui no seu coração? Por vezes não passa de um corpo cansado dos deveres domésticos e que transporta uma mente ocupada de problemas e tarefas rotineiras, sem imaginação e sem espírito, mas com muita dedicação e muito amor.

A mulher portuguesa pode não ser tão bonita e vistosa como a francesa ou a italiana, mas é das mulher mais ternas, apaixonadas e dedicadas que conheço. De outra forma como podia ela suportar uma existência tão madrasta? Na sua ingenuidade e carinho ela guarda uma grande sabedoria que não aparece em nenhum livro ou registo, mas que se sente no calor da sua presença. De uma forma discreta  ela mostra o seu amor por tudo o que lhe é querido, enquanto fica à espera. À espera que um dia lhe deixem ser aquilo que sempre sonhou: mulher.

 

Armando Vieira

 

 

Faço das palavras dele as minhas.... e hoje finalmente saiu o meu divorcio.... este post e para celebrar a minha alforria....

 

um beijo a todos...

Barbara Duarte

 

February 26

Uma desculpa meio esfarrapada....

Ola a todos...
Eu sei que não existe perdão para não responder ás vossas mensagens.... mas sendo o mais sincera que me é possivel, eu não tenho tido tempo para vir á net! tenho estado a trabalhar  o tempo quase todo!< E quando não estou a trabalhar estou a descansar para o próximo dia!
Realmente a vida é irónica ... mudei de emprego para dispender mais tempo para mim e para a minha filha! E saiu-me o tiro pela culatra... nem tempo para estar com a minha pipoca tenho!!! Alias vendo as coisas do prisma mais correcto nem para mim tenho tempo. Nem sempre na vida as nossas decisões são as as melhores, mas nem por isso desanimo.
Espera que consigam depreender algo desta minha desculpa meio esfarrapada!
Gostaria de postar um poema brevemente... mas logo se vê se terei disponibilidade para isso.
Aguardo o vosso perdão! Assim que me fôr possivel retribuirei a vossa amizade.
 
Um beijão muito grande...
Barbara Duarte
February 06

Amada solidão

Uma vez acreditei….

Acreditei em ti!

Sorri e amei!!!

E mais uma vez sofri!

Estou triste…

Deprimida!

Farta do amor…

Saturada da vida

Desgasta pela dor.

Preenche-me um vazio…

De tal imensidão

Que sei que não consigo

Viver na solidão…

E talvez por ser tão triste…

Por estar tão magoada.

Não penso noutro caminho…

Nem percorro outra estrada

Só penso em fugir…

Em desaparecer…

Só consigo sorrir…

Quando penso em morrer!

Se não consigo existir…

Contigo em meu coração…

Eu te peço…

Eu te imploro…

Leva tudo que possuo…

Leva o meu sorriso.

Leva os sonhos…

As ilusões…

- Tudo isso não preciso!

Mas não leves na desgarrada.

A minha maior paixão…

Não me negues em vida…

A minha amada solidão.

 

 

 Barbara Duarte

February 02

A uma pessoa muito especial... muito mesmo!!!

Sei que hoje não é um dia especial para muita gente.... mas para mim hoje é um dia de muita alegria... um dia de festa... um dia de amor!
Hoje é o dia de aniversário da minha mana mais nova... a minha mana do coraçao, da alma... enfim a minha mana que eu tanto amo!
Becas este recado é para ti...
se por ventura na estrada do destino te encontrares sem rumo... procura-me que eu te ajudarei a encontra-lo.
Quando na tua face escorrer uma lágrima... vem ter comigo que eu te ensinarei a fazer de uma mera gota de água um belo sorriso!
Seja qual for a tua situação... estejas tu perto ou longe de mim... estejamos bem ou mal uma com a outra podes sempre contar comigo!
OUVISTE????
PODES SEMPRE CONTAR COMIGO!
Porque eu AMO_TE e estarei sempre a teu lado quando precisares! Ou mesmo quando não precisares.
 
FELIZ ANIVERSARIO MANITA FOFUCHA!!!!
 
 
AMO-TE MUITO... MILHÕES DE BEIJOS.
 
 
 
 
 
 
 
 
Visitem e disfrutem do space da minha alma gémea....
January 30

Ao amor NÃO!!

 

 

Ás vezes quando estou triste

E sinto vontade de chorar

Me aparto … me isolo

E busco meu consolo

Nas brisas frescas do ar.

E a cada brisa que passa

Em cada inspiração

Um pouco da mágoa se dissipa

Um pouco da dor minimiza

Padece menos o coração.

Mas cada lágrima que verto

Reviva em minha memória

Um novo ensinamento

Uma outra historia.

Historia em que não sofri!

Historia em que não chorei

Historia que não vivi…

Meramente fantasiei.

E agora pensando bem…

Que me trouxe de bem o amor?!!!

NADA…. NADA…

Só me trouxe dor!

Por isso hoje proclamo

De alma e de coração!

Posso gostar de alguém…

Posso morrer de paixão…

Mas entregar-me ao amor….

Sinceramente….

Isso é que NÃO!

 

 

Barbara Duarte

January 25

Para todos...

As minhas mais sinceras desculpas a todos os visitantes do meu space... pela minha ausência tão prolongada.
tenho estado mesmo muito ocupada..
e não só tenho tido problemas de inspiração... mas isto passa.
Assim que me for possivel retribuirei os comentarios.
O meu mais profundo obrigado pela vossa amizade.
Espero ser breve.
Até lá...
E não se preocupem que estou viva (isto e para ti Fernando!!) e hei-de estar muitos anos.
 
 
Um beijo a todos
Barbara Duarte
January 15

Divagando...

 

Divago no escuro da noite

Me sentindo perdida

Diligencio um olhar, um afecto

Uma outra forma de vida.

Penso nos dias, e nas noites

Em que sozinha dormi

Noites em que chorei

Noites em que não amei…

Noites em que não vivi!

Penso em tudo que me rodeia …

Relembro tudo o que senti.

Sofro por não te amar!

Sofro por mim, e por ti.

E por saber que sem ti respiro

Por saber que não te amo!

Tento desvendar o que sinto

Retirando o teu engano…

Se um dia te amei

E um dia me entreguei

Á este amor enganoso

Sei hoje que foi ilusão.

E que cada decepção

Que diariamente me oferecias

Furtava um pouco do amor

Que por ti nutria.

E sei que a cada lágrima

Que derramou meu coração

Um pouco de mim morria

Dai que agora penso…

E até posso afirmar…

Pois sei que no fundo

O meu coração.

Jamais voltará a amar…

E depois de toda a tristeza

Que minha alma inundou

Sinto-me perdida

Abandonada pela vida…

E imensamente triste.

Não por ti, nem por mim!

Mas porque aquilo que sou

Sem amor não existe.

 

Barbara Duarte

January 09

Lentamente derramada...

Lentamente derramada…

Esquecida, magoada

Escorreu mortificada

A lágrima vagarosa.

Cada gota que escorria

Pela face desbotada

Uma memória conduzia

Pela mente já martirizada.

 

Pelos caminhos orvalhados

Que a lágrima sulcava

Um outro sonho irrompia

Um sonho oriundo do nada!

Sonho que traria amor

Ou talvez mesmo paixão

Sonho que viria.

Amornar o coração!

 

Sonho que esmorecia

Na lágrima subsequente

Sonho que me poluía

Incessantemente…

 

Lágrima solitária

Constantemente acompanhada

Derramada livremente…

Mas vertendo aprisionada.

Lágrimas selvagens…

Gritos do meu coração!!!

Que lutam desenfreadamente

Para expatriar a solidão.

 

 

                            Barbara Duarte

Queria exprimir em palavras....

 

Queria exprimir em palavras…

Aquilo que estou a sentir!

Projectar para fora as mágoas

E novamente sorrir!

Quero esquecer que existo!

Ou que um dia existi.

Quero morrer para a vida!

Já que nunca a vivi!

Não quero ser feliz!

Nem sair da solidão!

Eu amo a tristeza

Que habita meu coração.

Quero ficar sozinha!!!

Quero me isolar….

Encostar-me a um canto

E simplesmente chorar!!!

Vivo no esquecimento

De um olhar!

Esqueço-me de comer!

Esqueço-me de respirar!

É tão grande a tristeza

Que invade meu coração

Que não quero… nem consigo

Viver sem a solidão!

 

 

 

                 Barbara Duarte

 

 

Alma que partiu

 

Alma que partiu

Tão docemente ceifada

A quem a morte sorriu

Sem pensar em mais nada.

Homem cuja bondade

O fez ressurgir

Nos pensamentos mais puros

Que de alguma alma emergir.

Os seus olhos carinhosos

Em amor nos envolvia

O seu modo de estar na vida

Um exemplo nos daria

Os seus pensamentos castos

A todos influenciavam

O seu sorriso imaculado

Que tantos apreciavam.

Tudo isto permanecerá

Mesmo após ter sido ceifado

Na mente de todos aqueles

Por quem mais era amado.

 

 

Barbara Duarte

January 06

Na minha aldeia...

 

 

Naveguei por ondas verdes

No prado da minha terra

Prado por suor lavrado

Que tanta miséria encerra.

Avistei, vistas frondosas

Nos vales da minha aldeia

Vale agora assombrado

Por memorias do passado

Que o tempo enterra.

Outrora existiam campos…

Onde os terrenos sulcados

Desabrochavam em flor…

Hoje terrenos baldios….

Abandonados ao vazio

Da vivência sem amor.

Antes antigas casinhas

Se erguiam pelas ruelas

Da minha singela aldeia

Hoje so restam pedras

Desmoronando a paisagem

Que a minha memoria encandeia.

Por saber que em minha terra

Jamais volverá o esplendor

Sento-me a um canto…

E revivo o encanto

De uma terra em desamor.

E como se soubesse o que sinto…

Desabrocha em mim faminto

Um vislumbre do passado

Que me devolve a esperança

De volver a ser a criança

E a recordar os tempos

Em que via o nascer do dia

Em cima de uma pedra fria

Nos prados da minha aldeia.

 

Barbara Duarte

January 02

Retalhos de uma memória...

Clique na imagem...

 

Hoje não postarei uma poesia , nem um pensamento...

Hoje decidi prestar homenagem a uma memória... a um retalho de uma vida...aliás a varios retalhos!

No meu ponto de vista não existe nada de mais nobre do que reviver o nosso passado, e melhor que revivê-lo é partilha-lo com os nossos amigos.

Não existe nada de mais inspirador do que a memoria de um facto que nós vivemos... e nada de mais cativante do que uma crónica baseada em factos reais, daí que tive a ousadia de prestar um tributo a este pequeno GRANDE escritor que revive seus retalhos,suas pequenas memórias no seu blog, e nos proporciona o prazer de disfruta-las consigo...

 

Recomendo vivamente :  RETALHOS

January 01

A ti não...

 

 

Fecho os olhos para a vida

E pondero na minha amargura

Ouço tuas palavras,

Teus sentimentos

Em todas as pedras da rua!

Levanto-me desta cadeira

Que tanto conforto me consagrou…

Que me abraçou e acariciou

E em seu regaço onde chorei

Tantos minutos passei

Imaginando ser o teu.

Pego em mais um cigarro

Divago em cada inspiração

Revejo cada olhar,

Cada carta

Cada carência de afeição.

E hoje compreendo…

Fui forçada a entender…

Que só amando a mim mesma,

É que consigo viver.

Amo as gotas da chuva

Que banham meu coração…

Amo a minha filha,

Os meus pais,

Amo os meus irmãos!

Amo tudo, amo todos

Que habitam em meu coração!

Só a ti que me apunhalaste.

A ti é que NÃO.

Não guardo rancor…

Nem te concedo perdão!

Mas não quero, nem consigo

Absolver essa questão!

Agora que sei o que sinto.

Que escutei meu coração

Posso declarar veemente

- Tenho amor para toda a gente !

Só para ti é que NÃO!

 

                              Barbara Duarte

Quadras Soltas

 

Vivo no silêncio esquecida

Atrás de um amor que perdi

E se não te achar fico perdida

Porque te amo mais que própria vida

E sem ti não vivo, nem vivi.

---

Embora esteja a sorrir

Não te deixes enganar…

Muita gente finge rir

Quando só pensa em chorar.

---

Que mal fiz ao mundo

Para tanto sofrer!

Que mal fiz eu a Deus

Para não me ser permitido morrer.

---

Sei que não gostas de mim!

Mas que hei-de fazer…

Desde o dia em que te vi,

Que não paro de sofrer.

---

Amo, e sofro imenso

Sofro, e persisto em amar

Amo-te sempre, em meu pensamento

E sofro sempre, por te amar.

---

Como pode nosso amor

Esmorecer tão brevemente

Como pode tal amor

Existir em nossa mente.

---

Vivo enganada

No meu próprio engano

Penso em ser amada

Quando nem eu própria amo.

---

Não há maior tristeza

Nem pior dor de coração

Ao saber que quem amamos

Trata-nos abaixo de cão.

---

Sou tola por te amar

Mas por tolice enganada

Antes passar por tola

Do que por apaixonada.

---

Vivo meus dias longos

Contigo em meu pensamento

Agora passo uma eternidade

A odiar todos esses momentos.

---

Canso-me, e não estou cansada

Choro, lágrimas em vão

Amo, e não sou amada

Sofro, sem dor no coração.

---

Dei meu coração, e não vi nada

Dei minha alma, e fui sepultada

Chorei por amor, a verti mágoa

De ver que amava, não sendo amada.

---

Sinto em mim palavras

Que anseiam por sair.

Mas como as hei-de dizer!

Como as hei-de suprimir?!

---

Passo os dias a pensar

Nas coisas que fiz

É a elas que atribuo

A culpa de ser infeliz.

---

Uma rosa de roseira

Com tantos espinhos que tem

Não sofre, mas faz sofrer

Não a todos, mas a alguém.

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Perco-me, em teus olhos luzidios

Perco-me, e não me anseio encontrar

Perco-me, e gosto de me perder

Perco-me porque adoro te amar.

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Pequei por amar-te

Confessei-me ao te perder

Sofri por deixar-te

E morri… para viver.

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Para muitos não há nada

Melhor do que a paixão

Para mim é simplesmente

Mais um prego para o caixão.

 

 

                                                                     Barbara Duarte

 

Barbara Duarte

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Bem... usualmente não aprecio falar sobre mim... parece um pouco narcisista!!!
É só conhecerem-me, depois digam-me vocês!